Quem aprova o especialista domina a mesma disciplina.
Contratar um perfil raro de segurança, nuvem ou IA não pode ser uma aposta. Antes de chegar ao seu time, cada especialista passa por uma validação feita por um par técnico da mesma disciplina — não pelo RH, nem só por um filtro automatizado. A maioria dos avaliados não passa, e é esse rigor que sustenta o nível.
Cinco estágios. Cada um reprova um tipo de risco.
Triagem de senioridade e domínio
O piso é Sênior, Staff e Principal, sem nível de entrada. O perfil precisa bater exatamente com a especialidade da sua frente: não alocamos um generalista para uma operação crítica de segurança, nuvem ou IA.
Reprova quem não tem o piso de senioridade ou o domínio certo.
Avaliação técnica por um par
Quem avalia o especialista opera a mesma disciplina no dia a dia. Um engenheiro que roda Palo Alto em produção avalia o engenheiro de segurança de rede; quem arquiteta Azure avalia o Cloud Architect; quem coloca LLM em produção avalia o engenheiro de IA. O RH não entra nessa etapa.
Reprova quem tem o título, mas não a profundidade técnica.
Prova prática na especialidade
Um desafio hands-on no contexto real da disciplina: um exercício de detecção ou de red team em cibersegurança, o desenho de uma landing zone ou o troubleshooting de um cluster em cloud, um caso de MLOps ou a avaliação de um modelo em IA. O trabalho demonstrado vale mais que o currículo.
Reprova quem fala bem, mas não resolve o problema na prática.
Referência de entrega real
Histórico de operação em ambiente exigente: incidente real, escala grande, decisão sob pressão. Conta a cicatriz de produção, não o curso recém-concluído.
Reprova quem só tem teoria, sem entrega comprovada.
Comunicação (e inglês, no nearshore)
Clareza técnica para operar dentro do seu time e das suas cerimônias. No fluxo nearshore para empresas dos EUA, inglês fluente e sobreposição com o fuso de trabalho.
Reprova quem não se integra ao time que vai reforçar.
A avaliação é de par para par.
Par técnico — o nosso método
Um especialista da mesma disciplina aprova o especialista. Quem opera a tecnologia reconhece quem a domina de verdade.
RH — o padrão do mercado
Quem não opera a disciplina tem dificuldade de separar o especialista de quem apenas carrega o título no currículo.
Funil 100% automatizado
Um filtro só por IA confirma que o candidato existe e sabe falar sobre o tema — não que entregou e sustentou em produção.
Certificação é o piso, não a prova.
A certificação confirma que o treinamento foi concluído, não que o profissional entregou em produção. Por isso ela é o ponto de partida da avaliação, somada sempre à prova prática e à referência real.
Cibersegurança
Certificações de fabricante e de segurança como gatekeeper, quando a frente exige: PCNSE (Palo Alto), e credenciais como CISSP e OSCP onde fazem sentido.
Cloud e Plataforma
O arquiteto cruza o piso de certificação da nuvem: Azure Solutions Architect Expert (AZ-305) e Google Cloud Professional Cloud Architect, somados à prova prática.
Inteligência Artificial
Em IA não há certificação que substitua a prática. A validação é a entrega: modelos que chegaram e se sustentaram em produção, avaliados por quem já fez isso.
Você só conversa com quem já passou por quem entende.
Em vez de uma pilha de currículos para você filtrar, a Cyberwalk apresenta em até 7 dias úteis os primeiros perfis que já cruzaram os cinco estágios. O risco de uma contratação errada de perfil raro — meses de recrutamento, retrabalho e uma frente crítica exposta — sai da sua mesa.
E se, mesmo depois disso, o especialista não sustentar o nível combinado ou deixar a alocação, a substituição é por conta da Cyberwalk, sem custo, durante toda a vigência do contrato.